As estratégias do Instituto Comida do Amanhã são desenhadas no sentido de qualificar o debate público e a política pública, orientar ações de advocacy e vocalizar a agenda de transformação dos sistemas alimentares urbanos nacional e internacionalmente.
Todo o trabalho do Instituto é desenvolvido em três abordagens principais: por meio da produção e disseminação de conhecimento baseado em evidências; fortalecimento do diálogo e a troca de experiências desenvolvendo soluções colaborativas para desafios locais e globais; ampliando agendas estratégicas em espaços nacionais e internacionais.
Todas as estratégias se correlacionam a partir de uma coordenação de ações e competências e de uma construção permanente de parcerias. A qualificação da política pública é feita por base em conhecimento e inteligência, ao mesmo tempo que a experiência acumulada na agenda alimentar urbana embasa a produção de diversos materiais de reflexão, análise e sistematização. Todo o conhecimento produzido e experiências trabalhadas encontram lugar em espaços estratégicos nacionais e internacionais, onde vocalizamos a agenda alimentar urbana a partir do Brasil e articulamos possibilidades de ação e de advocacy.
Estratégias
O Instituto Comida do Amanhã adota uma abordagem sistêmica para promover sistemas alimentares mais justos e sustentáveis, interligando temas como segurança alimentar, mudanças climáticas, governança, biodiversidade e fortalecimento da economia local.
Por meio de programas como o PNAE Agroecológico, que valoriza a agricultura familiar nas escolas, o Amazônia nas Escolas, que insere alimentos da sociobiodiversidade nas refeições escolares, e o LUPPA, que apoia a formulação de políticas públicas alimentares integradas, buscamos fortalecer a participação social e garantir o acesso a alimentos saudáveis. Iniciativas como a Coalizão COP30 Food Initiative abordam as interações entre clima e alimentação, enquanto a Estratégia Alimenta Cidades promove a democracia alimentar, e o Poliniza utiliza histórias de comida para sensibilizar sobre o futuro dos sistemas alimentares.
Ao integrar essas ações, trabalhamos para transformar a alimentação em um pilar central de políticas públicas sustentáveis, democráticas e resilientes.
